Tudo Sobre Cultivo de Orquídeas em Troncos

Manual Completo de Como Cuidar de Orquideas

Orquídeas podem ser cultivadas em vasos, mas sempre achei que ficam mais bonitas e naturais quando colocadas em troncos, que é o habitat natural da maioria das orquídeas. Espécies que crescem em troncos são epífitas, que se desenvolvem utilizando outras plantas como suporte. Veja bem, só como suporte, elas não são parasitas como algumas pessoas pensam. Elas não sugam a planta hospedeira, nem a prejudicam de maneira alguma.

Acho que a idéia de cultivar orquídeas em troncos começou há muitos anos. As orquídeas são muito utilizadas em jardins, plantadas em troncos de arvores e palmeiras. As mais comuns são as “olho de boneca” ou Dendróbio (Dendrobium nobile). Devido à sua rusticidade, elas formam verdadeiras touceiras, com inúmeras flores. Lindo espetáculo da natureza.

Vou relatá-los neste manual, para ilustrar a maneira como não se deve fazer. Tenho certeza de que será muito útil, pois muitas pessoas devem fazer a mesma coisa.

1. A escolha do local

Isso é fato: é a orquídea que escolhe o lugar onde quer crescer, e não o contrário. Portanto, se você quer colocar aquela orquídea linda, cheia de flores, na mesa de centro da sala para mostrar para a visita, conforme-se. Pode ser que a orquídea não goste deste local. Ela vai demonstrar isso pela coloração de suas folhas, pela sua taxa de crescimento, retenção das flores. A florada costuma durar mais de um mês em algumas espécies. Se ela acabou de florir e suas flores começarem a murchar, você colocou sua orquídea no lugar errado. Observe se ela está perdendo a cor, se está ou não emitindo novos brotos. Se ela estiver saudável, vai demonstrar isso na sua aparência.

Se ela não estiver gostando do local onde você a colocou, troque de lugar, até ela se adaptar. Não fique triste se ela gostar de um cantinho do banheiro. Se ela estiver feliz, vai recompensá-lo com lindas flores.

Dica: elas gostam de lugares iluminados, mas sem luz do sol direto em cima delas. Vento em demasia também não é legal. Lembre-se que as orquídeas originalmente vivem em troncos de árvores, em locais sombreados e úmidos, protegidos do vento em excesso.

Ao ar livre elas também vão muito bem, desde que estejam protegidas do sol e vento em demasia.

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2. Minhas primeiras experiências

Primeiramente, eu comecei a comprar mudas para cultivar. Deixava os vasos no parapeito da janela da minha lavanderia.

Após comprar mudas e achar um lugar que elas gostassem (a minha lavanderia), decidi fazer novas experiências. Como falei no começo deste relato, sempre achei lindo ver as orquídeas crescendo em troncos, crescendo abundantemente e produzindo flores às pencas. Mas como conseguir isso?

Bem, primeiro tratei de conseguir um tronco (em um apartamento?). Sim, era um tronco pequeno e leve, que eu prendi com um arame numa das extremidades e pendurei no teto. Aí fiz o plantio. Infelizmente não tenho fotos disso, vou ficar devendo. Tirei a muda do vaso, tirei o substrato (que era xaxim moído, que hoje em dia não é mais permitido!), envolvi as raízes da muda no tronco e prendi com barbante fino. Molhava sempre que passava por perto com um borrifador, aqueles frascos plásticos, parecidos com aqueles de certos produtos de limpeza.

Dica: compre um borrifador só pra este fim. Não reutilize aqueles que contiveram um dia algum produto de limpeza, pois eles são tóxicos para as orquídeas.

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Quando a planta emitiu a primeira raizinha nova, dei pulos de alegria. Mas sempre que precisava viajar, passar um ou dois dias fora sem molhar, a raizinha murchava, a ponta ficava preta e morria. E assim foi por mais de um ano: a planta lutando para sobreviver, eu fazendo o possível para molhar a planta com o máximo de freqüência, mas com essa nossa vida corrida, fica difícil molhar a planta pelo menos umas três vezes por dia. Até que a planta não resistiu e morreu. Tragédia, tristeza geral.

Meus acertos:
– coloquei a planta num local claro, com iluminação indireta, com regas constantes com borrifador.

Meus erros:
– nunca poderia ter colocado a planta no tronco sem nenhum substrato, ou seja, deixando as raízes expostas. As orquídeas necessitam de umidade. Suas raízes devem estar sempre em contato com a umidade (não encharcadas, também não podemos exagerar para o outro lado). Mesmo com regas freqüentes, as raízes acabavam ficando secas a maior parte do tempo.
– prendi a muda com barbante fino. Ele acaba machucando a planta à medida com que ela cresce

3. A escolha do tronco

Normalmente compramos a orquídea florida, mesmo porque queremos conhecer a flor, sua forma, cor, perfume, antes de levar a planta pra casa. Não transplante a orquídea nesta fase. Deixe as flores caírem para só então mexer em seu vaso. Isso porque após a florada, ela entra na fase vegetativa, ou seja, começa a desenvolver as folhas, brotos e raízes. É o início da preparação para a próxima fase reprodutiva (nova florada) e o crescimento está a todo o vapor.

Para ter as orquídeas em troncos, o mais prático é plantar em árvores. Mas como minha casa é nova, ainda não tenho árvores de bom porte no meu jardim. Então optei por utilizar troncos secos, que podem ser obtidos no chão de florestas, restos de podas, em madeireiras, ou mesmo em lojas de materiais de construção, pois é muito comum utilizar troncos como escora para lajes em construção. Neste caso, não utilize troncos que liberem resinas, como os de pinus. As orquídeas detestam resina e suas raízes não se fixam. Também não adianta tentar plantar naqueles troncos que imitam xaxim, que são feitos de fibra de côco compactada com cola. Qualquer base que contenha produtos químicos, as orquídeas não se adaptam.

Existem placas feitas com fibra de côco sem adição de cola. Essas sim, podem ser usadas. É fácil notar a diferença na hora de comprar: as placas feitas apenas com fibra de côco são leves e bem porosas. Olhando de perto percebemos que não existe nada unindo as fibras.

Dica: cuidado com a escolha do tronco. Se ele estiver meio podre quando você fizer o plantio, provavelmente ele não resistirá. Quando sua orquídea estiver linda e forte, seu tronco estará desmanchando. Opte sempre por madeira de boa qualidade. Galho de peroba é um ótimo exemplo.
4. A fixação do tronco em um vaso

Encontrados os troncos, eu achei que o melhor jeito de fixá-los é colocando-os dentro de vasos grandes e enchê-los de terra. Assim, além das orquídeas, você poderá preparar um vaso misto, com outras plantas na base. Mas lembre-se que as orquídeas não gostam de sol direto, então você deve escolher uma planta de sombra para plantar junto. Uma ótima pedida é aquela florzinha Maria-sem-vergonha ou beijinho (Impatiens walleriana). Pegam facilmente, não precisam de grandes cuidados, florescem o tempo todo e tem um colorido maravilhoso.

Outra opção interessantíssima é plantar bromélias na terra dos vasos. Escolha espécies de sombra, como Nidularium, Vriesia e Aechmea. Suas flores são lindas e coloridas, e gostam de estar em ambientes sombrados, como as orquídeas.

Isso parece bobagem, mas é importante. Uma vez misturei num mesmo vaso orquídeas-bambu (Arundina bambusifolia), que são orquídeas de terra e de pleno sol, com orquídeas que plantei em um tronco. Resultado: se deixo o vaso na sombra, as orquídeas bambu nunca florescem. Se deixar no sol, as orquídeas bambu ficam felizes e florescem, mas corro o risco de matar a orquídea epífita (do tronco).

A grande vantagem de colocá-los em vasos, é poder levar suas orquídeas junto, caso você mude de casa/apartamento. Se estiverem plantadas em árvores, você não consegue retirá-las.

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5. Espécies de orquídeas indicadas

Para iniciantes, acredito que a melhor espécie é a Phalaenopsis, pois é forte e resistente, gosta de calor, apesar de não gostar de sol direto. Desenvolve raízes rapidamente, além de suas flores serem maravilhosas. Resiste bem à falta de umidade. Quando a planta está bem adaptada, pode-se passar uma semana ou mais sem molhá-la, e ela continua linda e forte.

Orquídea do gênero Phalaenopsis
Orquídea do gênero Phalaenopsis

Orquídea do gênero Phalaenopsis. Planta resistente com lindas flores. Clique na imagem para vê-la ampliada.
Além da Phalaenopsis, cultivo também o gênero Oncidium que, apesar de mais frágil que a primeira, ainda assim se adapta muito bem aos troncos. Tive casos em que, antes mesmo de estar completamente adaptada ao tronco, ela floresceu. E sua florada ocorre rigorosamente de 12 em 12 meses (anotado no calendário).

Orquidea do genero Oncidium
Orquidea do genero Oncidium

Orquídea do gênero Oncidium. Planta com lindas flores amarelas e que se adaptam bem aos troncos. Clique na imagem para vê-la ampliada.
Também cultivo o gênero Dendrobium ou olho-de-boneca. Esta é, sem dúvida, a orquídea mais popular que existe. Seu preço acessível conquista cada vez mais as pessoas. Dependendo do lugar (feiras, Ceasa, Ceagesp e afins), pode-se comprar uma planta florida por menos de R$ 10,00 – valor encontrado em outubro de 2011. Seu cultivo também é fácil, mas requer bastante umidade. Por enquanto vou ficar devendo a foto. Na próxima florada, eu fotografo e publico.

Para saber mais sobre gêneros e espécies de orquídeas, consulte nosso catálogo de orquídeas.
6. O transplante

Ao contrário do que fiz em minhas primeiras tentativas, deve-se tirar a orquídea do vaso e envolver as raízes com substrato e tudo com um pano fino. O melhor é gaze (é, aquela que se usa em curativos), que tem a trama dos fios bem aberta. Compre um rolo, usado para grandes curativos. Uma vez envolvida pela gaze, amarre tudo no tronco, deixando a muda na vertical.

Orquídea Phalaenopsis plantada em um tronco
Orquídea Phalaenopsis plantada em um tronco

Orquídea Phalaenopsis plantada em um tronco, fixa com gaze juntamente com o subtrato. Para reter mais umidade, observe a presença de musgo esfagno.

 

Orquídea Oncidium plantada em um tronco
Orquídea Oncidium plantada em um tronco

Orquídea Oncidium plantada em um tronco, fixada com gaze juntamente com o subtrato. Para reter mais umidade, observe a presença de musgo esfagno.

Desta maneira a orquídea não vai sofrer muito com a transição, pois ainda está envolvida pelo substrato, suas raízes não ficam expostas e é muito mais fácil manter a umidade. As regas devem ser constantes (sempre que o substrato estiver seco). A frequencia vai depender da rapidez que o substrato seca. Se você deixar o substrato secar às vezes, tudo bem, ela vai crescer, mesmo que seja um pouco mais lentamente. Eu mesma vario um pouco a freqüência das regas. Se estou em casa e disponível, rego mais de uma vez por dia. Mas se viajo, fico 2 ou 3 dias fora, às vezes um pouco mais, elas agüentam muito bem.

Dica: coloque dentro da trouxa da gaze um pouco de musgo esphagno. Saiba mais.

E depois, observe. O primeiro sinal de que as coisas estão indo bem, é o surgimento de novas raízes. Você sabe que elas estão saudáveis se a ponta estiver bem verde. Como o sistema radicular está envolvido pelo substrato, muitas vezes você conseguirá ver poucas raízes. Mas muitas estarão escondidas no substrato, já se fixando no tronco.

Orquídea Oncidium plantada em um tronco, fixa com gaze
Orquídea Oncidium plantada em um tronco, fixa com gaze

Orquídea Oncidium plantada em um tronco, fixa com gaze juntamente com o subtrato. Observe a presença de raízes novas, cujas pontas são bem verdes. Elas crescem pelos sulcos da madeira, fixando-se. Clique na imagem para vê-la ampliada.

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7. O tempo para a orquídea pegar

Varia bastante, mas em geral leva mais de um ano. Tenha paciência e não desista. Uma vez plantei uma Phalaenopsis e no início ela foi super bem, emitiu um monte de raízes. Mas depois de um tempo ela perdeu todas as folhas e secou. Ainda fiquei regando durante um tempo, mas diante de sua recusa em voltar a crescer, desisti. Mas como sou muito apegada às minhas plantas, não tive coragem de tirá-la do tronco. Deixei-a lá, com aquela trouxinha de gaze e substrato.

Qual não foi a minha surpresa, quando passados uns quatro meses (sem regas e nenhum cuidado!!!) ela voltou a brotar e até florescer. Que culpa eu senti por tê-la abandonado. Então, não desista. Se você tiver feito o plantio direitinho, por mais que ela pare de crescer, continue regando e cuidando. Com o tempo ela reage. Tente mudar o vaso com o tronco de local, talvez mais iluminado, com menos vento, ao abrigo da chuva. Faça testes e observe como ela reage.

O último estágio é tirar a gaze, pois você não vai querer um pedaço de pano eternamente em seu jardim, não é? Normalmente a época certa de tirá-la coincide com o apodrecimento da gaze. Cerca de um ano e meio depois do transplante. Quando as raízes estiverem bem fortes e a planta fortemente fixada ao tronco, você poderá deixá-la livre. Nesta fase, ela já conseguirá se virar bem sozinha.
8. Constatações

Para as orquídeas do gênero Phalaenopsis, existem controvérsias com relação ao corte ou não da haste após a florada. Estas orquídeas, quando florescem, formam uma haste grossa, de onde saem as flores. Após as flores murcharem e caírem, a haste permanece.

Alguns mandam cortar a haste logo depois da queda das flores. Mas eu tenho uma experiência (foto abaixo), na qual novas flores brotaram da haste antiga.

 haste da florada antiga
haste da florada antiga

Veja que é possível a haste da florada antiga produzir novos brotos de flores. Portanto, estou mantendo as hastes antigas na planta.

Pela experiência que eu acumulei até agora, o que eu concluí foi que esta espécie produz uma haste com flores, que dura aproximadamente 1 mês. Após este período as flores vão murchando e caindo. Mas a partir desta mesma haste, novas flores são formadas. As flores desabrocham e permanecem por mais algumas semanas. Quando esta segunda florada murchou, aí vc pode cortar a haste, pois não vão se formar novas flores. No ano seguinte, uma haste totalmente nova será formada e o processo recomeça.
9. O controle das plantas

Faça o controle de suas plantas. Como é isso? Marque a data da compra da planta, de cada florada, data do transplante, nome científico e comum, enfim, os dados importantes da planta. Isso se torna importante na hora de contabilizar o desenvolvimento da planta. Você pode achar que a sua planta não está indo bem, que não floresce, mas na verdade ainda não se passou tempo suficiente. Conclusões erradas sobre suas plantas podem levar ao desânimo (eu que o diga). Controle tudo o que possa ser controlado (regas, transplantes, datas de plantio, etc) e deixe o resto por conta da natureza.

Por que é importante saber o nome? Na hora de adubar, controlar pragas, separar mudas, você precisa saber qual é a sua planta para obter informações corretas de como proceder.

Para facilitar, existem plaquinhas brancas de plástico que servem para escrever alguns dados, como nome e data da compra. Elas podem ser espetadas junto à planta. Escreve-se com lápis para não borrar com a água. Podem ser encontradas em floriculturas, lojas de artigos para jardinagem ou mesmo com produtores de orquídeas.

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10. Alerta importante

Se você adora orquídeas, nunca, mas nunca mesmo, compre mudas de orquídeas silvestres que foram tiradas diretamente da natureza. Isso está destruindo as populações nativas de orquídeas das nossas matas. É muito comum ver em beira de estradas, especialmente perto do litoral, banquinhas precárias de venda de orquídeas e bromélias. Peço a você encarecidamente que NÃO COMPRE. Por mais que a pessoa que está vendendo pareça estar necessitada. Não cometa esse crime. Existe uma infinidade de orquidários que cultivam plantas para venda, que são produzidas em estufas e que não são retiradas da natureza. Essas plantas podem ser compradas sem medo, mesmo sendo nativas.

Mas porque essa preocupação? O extrativismo (retirada de espécies da natureza sem nenhum controle e sustentabilidade) está levando à extinção várias espécies de orquídeas. As pessoas vêem, acham lindas, mas elas estão adaptadas às matas fechadas, são plantas muito frágeis. Quando são trazidas para as cidades, em locais pouco favoráveis e muito diferentes do local onde foram retiradas, elas morrem. Não vale a pena, não contribua para que este crime ambiental continue acontecendo. É o mesmo caso do palmito clandestino, do xaxim, de animais silvestres, de conchas de moluscos e corais marinhos que são vendidos por aí.

Ao invés de comprar, denuncie à polícia ambiental. Vamos ajudar a fiscalizar. A preservação da natureza depende de mim e de você. Não deixe na mão de terceiros.
11. Para finalizar

Espero que este manual tenha sido útil de alguma forma, e que você tenha se sentido motivado a começar uma coleção de orquídeas ou levar adiante a que você já tem. É um hobbie maravilhoso, nos deixa em contato com a natureza, proporciona paz e tranqüilidade em dias de vida agitada, além de nos dar a honra da companhia e perfume destas belíssimas e encantadoras flores, as mais complexas e bem adaptadas do Reino Plantae.

E pra quem mora em apartamento, não fique triste. Eu moro numa casa, mas apartamentos são ótimos para cultivar orquídeas, portanto, se você mora em um, não desanime. Faça do jeitinho que eu descrevi, que você vai ter sucesso. Lindas flores em sua vida.

 

Fonte e Créditos para: biologados.com.br

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14 comentários em “Tudo Sobre Cultivo de Orquídeas em Troncos

  • 28/05/2016 a 08:31
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    Muito bom o seu post. Trouxe um tronquinho de mangueira para casa e estou pensando em corta-lo em pedaços menores com cerca de 15 cm para transplantar algumas mudas de orquídeas que tenho dos gêneros Oncidium, Potinara, Cattleya e Phalaenopsis. As minhas mini Phal não se adaptaram muito bem nos vasos e talvez no tronquinho fiquem melhor. Obrigada pelas dicas.

    Responder
  • 02/06/2016 a 23:15
    Permalink

    Ótimas informações! Obrigada por compartilhar sua experiência, será de grande ajuda para os iniciantes como eu no cultivo de orquídeas. Abraços!

    Responder
  • 21/06/2016 a 18:29
    Permalink

    Show!!! Amei suas explanações! Bem, tenho um tronco bem grande, porém não muito grosso, de uma Pinha(fruta, alguns conhecem como Bergamota), que tinha no meu quintal, que de repente morreu. Estava pensando em limpá-lo e fazer dele um peq. Orquidário! Amo Orquídeas e minha mãe também e posso iniciar pegando c/ela algumas mudas kkk… economizando kkk… Pensei em pendurar este tronco em uma parede onde não incida luz do sol e nem muito vento. O que acha? Gostaria muito de sua opinião! Higienizo o tronco de que forma? Sei que ele não estava doente, acho que foi algo que meu marido jogou no tronco e matou a raiz. O que tenho que fazer p/utilizar o tronco? Fico no aguardo e agradeço!

    Responder
  • 01/07/2016 a 02:39
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    Bom dia! Tenho uma muda da Catlhea e nunca deu flor. .
    Gostaria de uma sugestação de como cuidar da minha orquídea
    para que eu possa ver ela com flores

    Responder
    • 25/08/2016 a 11:06
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      Vilma, coloque canela em pó na sua orquídea! Diz que acelera a floração.

      Responder
  • 25/08/2016 a 11:05
    Permalink

    Olá!
    Fiz na minha chácara a experiência de plantar orquídeas em troncos. Primeiro li tudo a respeito e inclusive seu post. Assim, quero complementar aqui alguns cuidados que obtive:
    1. Troncos: escolhi troncos porosos e higienizei pulverizando com água sanitária (meio copo)+água (2l). Quando secava, colocava mais. Um dia antes. Só depois de seco que plantava.
    2. Escolha das orquídeas certas: epífitas: Cymbidium, Dendrobium, Cattleya Híbridas, Laelia, Stanhopea.
    3. Quando for fixar a orquídea, cuide para proteger suas raízes com uma tela, ou gase ou fibra de coco. Não deixe a parte central exposta ao vento. Perdi três orquídeas porque não tive esse cuidado. Mas também não as sufoque! Deixe espaço para as raízes. Se plantar no verão, o espaço ventilado vai ressecar a raiz, pois ela não se adapta fácil.
    4. Molhe no verão todos os dias!!! No inverno com chuvas pode ser três vezes por semana.
    Pena não ter aqui como mostrar minha varanda com 15 orquídeas penduradas!!! No início, como plantei no verão, observei que a migração para o tronco foi para elas muito difícil, pois o vento ressecava as raízes. Apesar de molhar, perdi 3! 🙁 Passado um mês, as demais estão se adaptando e já saindo folhinhas! Tenha mesmo paciência!
    Acho que agora estão mais felizes!

    Responder
  • 07/09/2016 a 20:16
    Permalink

    Muito bom suas explicações e exposição das experiências. Melhor ainda é o pedido de não adquirirmos orquídeas e bromélias das encostas. Esse trecho deveria ser publicado em mais lugares, pois assim diminuiria-se o extrativismos das encostas.
    Parabéns!!!

    Responder
  • 13/09/2016 a 12:58
    Permalink

    Posso ficar o tronco na área de serviço coberta ?? Minha orquídea irá se desenvolver ??ou posso fixar esse tronco na tela de proteção da janela por fora ela irá se desenvolver ? Por favor me esclareça obg

    Responder
  • 23/09/2016 a 14:23
    Permalink

    Queria sabe se posso colocar a minha orquídea PHALAENOPSIS ,em tronco de eucalipto?

    Responder
  • 26/09/2016 a 20:16
    Permalink

    Olá ganhei alguns troncos de eucalipitos será que posso plantar minhas orquideas neles?

    Responder
  • 05/10/2016 a 16:38
    Permalink

    Adorei a matéria. Tenho um tronco enorme de figus e estou pensando em cortá-lo em pequenos cavacos e colocar algumas mudas que tenho. Acha que esta árvore é aconselhável? Obrigada
    Odete

    Responder
  • 10/10/2016 a 23:27
    Permalink

    Amei as dicas, hoje coloquei em um coqueiro ( moro perto de praia) espero que pegue bem.

    Responder
  • 29/10/2016 a 10:16
    Permalink

    gostei muito da sua publicação adorei explica muito bem tudo mas se puder responder-me a uma duvida agradecia muito Moro em Portugal e não sei qual o tronco pequeno que hei-de utilizar já que diz que tronco de pinheiro não dá por causa da resina aqui na minha zona há pinheiros e eucaliptos qual a sua sugestão por favor agradeço e um Bem Haja para si muito obrigado

    Responder

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