Expert Ensina Técnica Correta de Como Fazer Mudas de Orquídea Em Sua Casa

Manual Completo de Como Cuidar de Orquideas

Como Fazer Mudas de Orquídea Em Sua Própria Casa.
Nesse vídeo mostro como fazer um meio de cultura em sua própria casa e como germinar algumas sementes de orquídea com poucos investimentos.

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É um método bem simples, mas eu já germinei sementes de orquídea por diversas vezes usando esse método, por esse motivo que resolvi publica-lo, para que pessoas como eu possa ter essa grata satisfação.

É um método que requer muita assepsia pra evitar com que o meio de cultura não se contamine, porém, um único pote de sementes quando germinado adequadamente é o suficiente para gerar algumas centenas de novas mudas.

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Veja também a Matéria: Preparando seu Substrato para Orquídeas Passo a Passo.

Fonte do Vídeo: Canal do Youtube Mauro Silva

Mais Informações:

No processo assimbiótico, as plantas levam até 7 anos para florescerem

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Uma das maneiras mais fáceis de reproduzir orquídeas é através de mudas. As mudas formadas na parte superior do caule logo produzem raízes. Quando elas chegarem ao comprimento de 8 a 10 cm, podem ser separadas da planta-mãe e colocadas em vasos individuais.

Faça a retirada da muda com uma tesoura previamente esterilizada, com bastante cuidado para não prejudicar a planta. Cada muda deve ficar com, pelo menos, quatro pseudobulbos. É feita uma boa limpeza nas raízes, com água corrente, e verificado se não estão velhas. Caso estejam, execute a poda. Retire as bainhas secas e dê uma boa lavada nas folhas da muda, use uma escova comum para as áreas maiores e uma escova de dente para as menores. Em seguida, basta plantar a muda no vaso. Na maioria dos casos, as plantas reproduzidas florescem depois de dois anos. Esse método, para quem cultiva orquídeas em grande escala, com fins comerciais, é antieconômico.

Atenção! A orquídea sente bastante quando se toca em sua estrutura. Portanto, só se faz o replante quando houver necessidade.

Atualmente, existem métodos de reprodução de orquídeas revolucionários. A multiplicação por sementes, além de ser muito mais complexa, é também demorada, pois leva sete anos desde a fecundação da flor até a primeira floração. Entretanto, é vantajosa para a produção em grande escala. O inconveniente é a obtenção de uma grande variedade de flores com novas características, pois elas não são todas iguais à planta-mãe.

Existem duas formas de reproduzir orquídeas através de sementes: o processo simbiótico e o processo assimbiótico.

Processo simbiótico

Após a fecundação de uma flor por uma abelha, borboleta ou outro agente polinizador, o ovário se intumesce, formando uma cápsula com sementes. Após um ano, ela amadurece, abre-se e solta as pequenas sementes que são levadas pelo vento.

Apenas germinam aquelas cujo embrião é atacado por um fungo chamado micorriza. Somente uma porcentagem mínima de sementes vingarão e se tornarão adultas, ou seja, as que, casualmente, encontrarem condições ideais de fixação, luz e umidade. Da fecundação até a floração, são necessários sete anos.

Processo assimbiótico

No processo assimbiótico, as sementes são germinadas dentro de laboratórios. Descoberto em 1922, pelo professor americano Lewis Knudson, o mesmo efeito do fungo micorriza foi produzido em laboratório. Esse tipo de reprodução começa dentro de frascos até ser repassado para os vasos. Também nesse processo, as plantas levam até 7 anos para florescerem.

Outro processo de reprodução de orquídeas é o da cultura meristemática, descoberto pelo cientista francês Georges Morel. Ele possibilita a obtenção de centenas de novas mudas, em apenas um ano, a partir de uma simples gema de um broto, ainda de uma ponta de raiz ou de uma haste floral. Esse método, além da rápido, tem como vantagem o fato de que as plantas serão idênticas à planta-mãe.

Geralmente, na axila de cada folha, ou pseudobulbo, aparece uma gema dormente que possui um meristema. Os meristemas são extraídos das orquídeas e cultivados em vidros. Formam um protocórmio que lembra o crescimento do embrião de uma semente. Nesses protocórmios, aparecem as primeiras folhinhas seguidas por raízes. Eles podem dividir-se espontaneamente e formar uma pequena touceira, com diversos protocórmios colaterais, cada um dando origem a uma nova planta.

Segundo Waldyr Fochi Endsfeldz, coordenador do Curso Cultivo de Orquídeas para Fins Comerciais ou Hobby, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, essa descoberta proporcionou o fim das plantas únicas e caras, e em um futuro próximo as variedades raras não serão assim tão raras.

Fonte: http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/jardim/floricultura-jardim/reproducao-de-orquideas-saiba-como-fazer/

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